Durante anos, a Assessoria de Imprensa foi associada quase exclusivamente a jornais, revistas impressas, televisão e rádio. Mas a comunicação mudou, migrando todo o conteúdo principalmente para o digital. A a imprensa mudou junto com ela, se adaptou as mudanças de consumo de comunicação.
Quando ouvimos alguém dizer que “a imprensa morreu”, normalmente essa percepção ignora um ponto importante: a informação não desapareceu. Ela apenas migrou de formato, plataforma e comportamento de consumo. E, na verdade nunca consumimos tanto conteúdo, opinião e informação quanto agora.
E isso faz com que a Assessoria de Imprensa e o RP, ou seja, as Relações Públicas, continuem extremamente relevantes em 2026, talvez até mais estratégicos do que antes.
A imprensa não desapareceu. Ela se transformou.
Os veículos de comunicação entenderam que precisavam ocupar novos espaços. Jornais, revistas, estações de rádio, portais e programas não vivem apenas em seus sites ou canais tradicionais. Eles também se tornaram perfis influentes nas redes sociais, e adaptam seus conteúdos para cada espaço.
Basta observar como grandes veículos passaram a construir presença forte no Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn, podcasts, newsletters e conteúdos multiplataforma. A notícia continua existindo. O jornalismo continua existindo. O que mudou foi a forma como o público consome informação.
E isso impactou diretamente o trabalho de Assessoria de Imprensa e Relações Públicas.
O papel da Assessoria de Imprensa em 2026
Muita gente ainda reduz assessoria de imprensa ao envio de releases. Mas, na prática, o trabalho sempre foi muito maior do que isso. Assessoria de Imprensa é construção de autoridade, posicionamento e relacionamento com quem influencia conversas, sejam jornalistas, creators, veículos de comunicação ou profissionais especializados, nichados ou não.
Porque comunicação não acontece apenas nos grandes portais. Muitas vezes, ela acontece em comunidades extremamente segmentadas, onde a audiência possui alto nível de confiança e identificação com quem produz aquele conteúdo.
Por isso, o trabalho de Assessoria de Imprensa também envolve relacionamento contínuo com jornalistas, veículos tradicionais, portais especializados, creators de nicho, influenciadores, páginas editoriais, especialistas de mercado e produtores de conteúdo. Antes, isso acontecia principalmente através dos jornalistas e veículos tradicionais. Hoje, o ecossistema se expandiu — e a influência também.
Influenciadores e imprensa não competem. Eles se complementam.
Existe uma tendência equivocada de colocar influenciadores e imprensa como universos opostos. Na prática, as marcas mais fortes entendem que eles têm funções diferentes dentro da estratégia. A imprensa oferece credibilidade, validação, autoridade e relevância editorial. Os influenciadores oferecem proximidade, comunidade, identificação e conversa contínua.
Quando essas frentes trabalham juntas, a comunicação ganha muito mais força.
Relações Públicas ficaram ainda mais estratégicas
Se antes o desafio era conquistar espaço na mídia, hoje o desafio é construir relevância em múltiplos canais ao mesmo tempo. E é exatamente aí que entram as Relações Públicas. RP deixou de ser apenas relacionamento com imprensa para se tornar gestão de influência, reputação e percepção pública. Hoje, a construção de autoridade acontece em diferentes frentes:
- Imprensa
- redes sociais
- creators e influenciadores
- eventos corporativos
- feiras e congressos
- palestras
- participação em painéis
- posicionamento institucional
Eventos empresariais, por exemplo, deixaram de ser apenas espaços comerciais. Eles também se tornaram ferramentas importantes de posicionamento. Uma entrevista durante uma feira, a participação em um congresso ou a presença estratégica em um painel ajudam a fortalecer narrativa, aumentar credibilidade e consolidar autoridade no mercado.
Porque comunicação não é apenas sobre alcance. É sobre percepção.
A comunicação precisa ser coerente
Outro ponto importante é que hoje não existe mais espaço para narrativas desconectadas da realidade. A comunicação da marca precisa ser coerente em todos os pontos de contato. O que o RP divulga, o que a empresa publica nas redes sociais, o posicionamento institucional e a experiência real do público precisam conversar entre si. Porque o público percebe inconsistências muito rapidamente.
Mentira não se sustenta. Posicionamento artificial também não.
As marcas mais fortes hoje são aquelas que conseguem alinhar discurso, presença digital, relacionamento e prática cotidiana. E talvez esse seja um dos maiores desafios da comunicação atual: construir reputação de forma verdadeira, consistente e sustentável.
Assessoria de Imprensa ainda vale a pena em 2026?
A resposta é simples: sim.
Mas hoje ela funciona integrada ao universo digital, às redes sociais, aos creators e às Relações Públicas. A imprensa continua sendo uma das maiores ferramentas de construção de autoridade. A diferença é que agora ela também conversa diretamente com o público através das plataformas digitais.
No fim, a lógica permanece a mesma: as pessoas continuam buscando referências confiáveis para decidir em quem acreditar. E é exatamente nesse espaço que Assessoria de Imprensa e Relações Públicas seguem fazendo toda a diferença.
Como a AgLamparina trabalha a Assessoria de Imprensa e as Relações Públicas hoje?
Aqui, na AgLamparina, acreditamos que Assessoria de Imprensa e Relações Públicas não devem funcionar de forma isolada. A comunicação mudou e as marcas precisam de estratégias conectadas à forma como as pessoas realmente consomem conteúdo, constroem confiança e percebem valor.
Por isso, nosso trabalho vai além do relacionamento com a imprensa tradicional. Construímos posicionamento através de uma estratégia integrada de reputação, narrativa e influência. Isso envolve:
- relacionamento com jornalistas e veículos de comunicação
- aproximação com creators e influenciadores alinhados à marca
- posicionamento em eventos, feiras e congressos
- construção de autoridade institucional
- coerência entre imprensa, redes sociais e comunicação digital
- fortalecimento de narrativa e percepção pública
Mais do que gerar exposição, buscamos gerar relevância. Porque aparecer é momentâneo. Mas autoridade se constrói no longo prazo.